Sobre o autor
Bruno é autor, cineasta, roteirista, diretor e produtor, nascido em São Paulo, com raízes italianas, espanholas, francesas e alemãs. É conhecido por criar histórias que conectam emoção, arte e reflexão, tanto nas telas quanto nas páginas. Entre roteiros cinematográficos e textos teatrais, Bruno Saglia já escreveu mais de 25 obras. Entre seus principais projetos no audiovisual e nas artes cênicas, destacam-se A Procura, espetáculo teatral assistido por mais de 130 mil pessoas, e o longa-metragem O Garoto, estrelado por Beth Goulart, Carol Castro, Thaila Ayala, Jane Saglia e Bruno Gissoni, filme no qual Bruno assina o roteiro, a direção e também a obra literária homônima, lançada com exclusividade pela Editora Arthéman. Seu filme “Diminuta” estreou em 2018 como abertura do 13º Festival Internacional de Cinema Italiano, exibido na Rede Reserva Cultural. O longa foi vencedor do Prêmio Barilla (2014) e recebeu o Prêmio Starlight no 72º Festival de Veneza, em 2015. A produção, uma coprodução Brasil-Itália, conta com o lendário ator indicado ao Oscar Giancarlo Giannini. Bruno também dirigiu o DVD “Feliz da Vida”, da cantora Angela Ro Ro, com participações de Maria Bethânia, Ana Carolina, Sandra de Sá, Frejat, Diogo Nogueira, Jorge Vercillo e Paulinho Moska, gravado no palco do Theatro Net Rio. Entre suas produções mais recentes estão a série “Legado Germânico em Petrópolis” e o longa “De Repente, Eu Te Amo!”, ambos com roteiro e direção de sua autoria. Bruno já palestrou em festivais e eventos do mercado audiovisual, além de universidades no Brasil e na Itália. Em 2014, foi homenageado com a placa oficial da cidade de Pompeia, na Itália, por sua contribuição cultural entre os dois países. É também o idealizador e curador do Festival Internacional de Cinema de Paraty, do Festival de Cinema de Vassouras e do projeto itinerante Uma Tela Para Todos. Na literatura, suas obras exploram o íntimo da alma humana. Títulos como “O Garoto”, “À Procura” e outras obras inéditas ganham vida com exclusividade pela Editora Arthéman. Bruno escreve como quem escuta o silêncio das emoções, suas histórias não apenas tocam, mas transformam quem se permite atravessá-las.